Terra à Vista

Vou navegando sobre um imenso mar, sobre a luz de um pôr-do-sol, do meu barco não sou capitão, o leme/timão quem guia é outro e, Nele sou mais que confiante, eu descanso. Sigo, não sozinho, mas juntamente com meus compatriotas. Afim, de que um dia cheguemos.

A glória deste Sol faz a minha vista. O brilho é tão belo e puro que ofusca os nossos olhos, seus raios além de aquecer com Sua marcante presença, mostra o quão gracioso e quão amoroso é. O Oceano reflete de maneira esplendorosa a majestade deste Sol, apenas atenua esta beleza e mostra quão real é.

Não é todos os dias que tenho essa mais bela vista, dias nublados, chuvosos e tempestades marítimas enfrentamos e, com certeza iremos novamente passar, mas tenho plena fé neste Capitão, só nele eu posso me confortar.

No Oceano da Graça sou apenas mero marinheiro. Mar que é tão profundo e misterioso, as escrituras que é minha bússola me guia e faz entender este mar. Perto de chegar eu não sei se estou, mas cada momento que sigo sei que estou chegando, sei que a chegada fica mais próxima . Por vezes, fraquejo, penso que vou desfalecer ou naufragar, mas nada tira a minha esperança, confiarei na promessa de chegada.

Sei que avistarei o Grande Porto, meus pulmões estão mais do que preparados para que neste Grande Dia bradar: “Terra à Vista”.

Matheus Borges

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